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Rafael Escobar se entrega ao acaso no single “Deixar Levar”

Rafael Escobar transforma o cotidiano em poesia na forma de canções intimistas e íntimas. Celebrando sua vivência musical ao longo dos últimos anos no cenário gaúcho, ele começa a apresentar suas canções autorais onde a MPB se mescla a elementos do jazz e da bossa. Atualmente radicado em Los Angeles – onde estuda música, produção e composição -, o artista faz do single “Deixar Levar” um convite a canções onde se expõe de forma vulnerável em busca de conexões e diálogos sobre questões pessoais e, ao mesmo tempo, universais.

Escobar reflete sobre superar os obstáculos diante de seus objetivos e se permitir seguir os ventos do destino, descobrindo novos caminhos antes não imaginados. “Quando eu perceber que meus reflexos já se foram / Acabará a pressa de fazer caber?”, ele canta, abrindo a faixa. A composição é uma espécie de conselho do artista para si mesmo, pensando sobre a finitude da vida e tudo que o tempo trouxe e pode trazer. Originalmente intitulada “Reflexos”, “Deixar Levar” traz um mergulho intenso na busca do equilíbrio entre alma e corpo de alguém que ainda está no processo de descobrimento do seu papel no mundo perante todos os enfrentamentos necessários para se tornar aquilo que se almeja.

A intenção estética por trás dessa produção foi deixar o som contemporâneo e universal mas mantendo as raízes brasileiras, tendo como principais referências os trabalhos de Lumanzin, Rubel, Emicida e Luiza Lian. Depois de inúmeras músicas ouvidas, playlists criadas, conversas e trocas junto ao produtor e co-autor da canção Átila Viana, chegamos a um resultado que, pessoalmente, me deixou bastante satisfeito”, comemora Rafael.

“Deixar Levar” vem para inaugurar oficialmente uma trajetória musical iniciada muitos anos antes. Rafael Escobar trabalhou em alguns projetos com o E12 Records (antigo Estúdio 12 Experiência Sonora), estúdio dos produtores Marcelo Fruet e Átila Viana (Dingo Bells, Apanhador Só, Chimarruts, Pública, Mulamba). Agora vivendo na Califórnia, Rafael começa a revelar suas canções autorais, com o objetivo de atuar como farol para aqueles que não conseguem ver a luz no fim do túnel independente do seu gênero, raça ou idade. Musicalmente, Rafael se inspira desde a abordagem política de Gilberto Gil à mescla tropical de bossa com jazz de Tom Jobim, passando ainda pelo uruguaio Jorge Drexler até a americana Billie Eilish.

Embora distante do Brasil atualmente, Rafael segue dialogando com a cena feita por e para brasileiros – daí a vontade de se aperfeiçoar e seguir os estudos de música.

“Tenho o privilégio de passar um tempo estudando no exterior para aprimorar minhas habilidades como artista independente. Estudando na mesma escola que o mestre Nelson Faria e Mateus Asato estudaram, estou no caminho de entender as várias perspectivas existentes sobre a música brasileira no atual cenário mundial. Na minha experiência, a música é um setor onde o brasileiro é muito respeitado, creio que isso esteja diretamente conectado aos importantes movimentos de Jobim, João Gilberto e vários outros gigantes. Estar aqui me ajuda a entender como nossa música já contribuiu e contribui para o mundo e, mais do que nunca, como posso, aos poucos, formar minha identidade artística afirmando com mais firmeza a minha brasilidade”, se orgulha.

#ToNaMidia #ClaudeLopes #RafaelEscobar #DeixaLevar

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