Em um mercado pressionado por velocidade e eficiência, o especialista explica por que crescimento só funciona quando cabe no dia a dia da operação
O avanço da digitalização acelerou a cobrança por resultados no varejo. As empresas vêm aumentando seus investimentos em marketing, mas ainda enfrentam dificuldade para transformar o que está no planejamento em execução, sobretudo quando operam com times enxutos e margens apertadas. Esse descompasso ampliou a busca por métodos realmente aplicáveis, capazes de acompanhar o ritmo da operação e não apenas de funcionar na teoria.
Para Cleivan Hebert, especialista e Co-fundador da Facilite Varejo, o que falta na maior parte das estratégias de crescimento não são ideias, mas aplicabilidade. Ele observa no campo que muitas empresas criam planos robustos, mas não possuem processos básicos que sustentem o que está no papel. Segundo ele, growth deixa de funcionar quando a operação não tem condições de absorver o que foi planejado. “Se a equipe não consegue executar amanhã, não é estratégia. É desejo”, afirma.
A partir desse diagnóstico, Cleivan estrutura o que chama de plano prático de growth. O modelo se apoia em quatro pilares que se complementam e permitem que o crescimento seja construído em ciclos contínuos, e não em ações isoladas. O primeiro é o diagnóstico real, que identifica gargalos operacionais, limitações de time e o que a empresa consegue entregar de forma consistente. O segundo é a priorização, etapa em que se elimina o excesso e se concentra energia no que realmente move resultado.
O terceiro pilar é a execução mínima viável, conceito que Cleivan utiliza para evitar projetos complexos demais para a estrutura disponível. Em vez de grandes transformações, ele defende avanços pequenos, testados e ajustados rapidamente. O quarto pilar é o acompanhamento constante, que troca relatórios extensos por revisões semanais sobre o que precisa continuar, parar ou mudar. “Growth não acontece no brainstorm. Ele se prova no calendário”, explica.
No varejo, essa lógica ganha peso porque as decisões dependem de velocidade. Empresas que lidam com giro, estoque, ruptura e margem precisam de estratégias enxutas, capazes de dialogar com a realidade do balcão e do digital ao mesmo tempo. Cleivan destaca que esse modelo não exclui criatividade, mas coloca clareza antes da ação. Para ele, uma boa campanha só funciona quando encontra processos que sustentam o aumento de demanda.
A Facilite Varejo integra esse entendimento à sua operação, uma plataforma de CRM em expansão, que atende negócios de diferentes perfis. O desafio está em adaptar princípios do growth à rotina de quem lida diariamente com prazos, fornecedores, clientes e metas. Nesse ambiente, o plano prático deixa de ser teoria e passa a ser um conjunto de rituais que mantém o crescimento em movimento.
Para Cleivan, a simplicidade é o que separa o que funciona do que trava. Ele afirma que empresas não precisam de soluções grandiosas para começar a crescer, mas de clareza sobre prioridades e consistência na execução. A visão se apoia em anos de contato direto com operações, campanhas e equipes de diferentes portes. “Crescimento é consequência de decisões bem feitas repetidas ao longo do tempo. O resto é mito”, resume.
As análises do especialista podem ser acompanhadas no perfil de Cleivan Hebert, onde ele compartilha conteúdos sobre rotina, eficiência e crescimento.

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