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TÔ NA MÍDIA

Mito, single de Vanessa Bumagny, reconstrói história antiga a partir de perspectiva atual


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om a maturação dos anos e a urgência do presente, a cantora e compositora Vanessa Bumagny ressignificou uma de suas primeiras composições, feita no ano de 1994 e gravada em um disco coletivo em 1996, quando viveu em Barcelona (ES), que contava com canções de músicos brasileiros residentes na Europa. Intitulada Mito, a faixa chega em hora certa: cantar que “saber é um mito” atualmente é exigir respeito à ciência e à vida diante de um governo despreparado para lidar com uma crise sanitária mortal. Num tempo em que muitos brasileiros se referem ao atual presidente como “mito”, a artista também reclamar de volta a palavra que para ela, na época da composição, significou a perda da ilusão de encontrar uma verdade que seja estática e absoluta.

“Quando compus Mito, mostrei pro Zeca Baleiro e pro Chico César e me lembro que os dois gostaram e a tocaram no violão pra me acompanhar. Um ano depois, me mudei para Barcelona e integrei esse álbum coletivo, no qual cada músico podia contribuir com duas faixas”, revela a artista. “Eu já tocava Mito nos shows e tinha me acostumado com a ideia de ter uma banda de jazz, já que minha banda contava com o espectacular baixista Acelino de Paula, requisitado e elogiado pela cena jazzística em Barcelona. Ele montou, então, uma banda com músicos talentosos – mas que nunca tinham tocado um baião, o que a faixa foi composta para ser” completa Bumagny. O resultado é uma deliciosa e envolvente fusão de baião com jazz.

O disco da trupe brasileira, intitulado Projeto Pau de Sebo 2 que contou com canções de artistas como Danilo Pinheiro e Norberto Farina, saiu em 1998 apenas em formato CD e jamais foi lançado no Brasil. A outra canção que Vanessa Bumagny gravou para o projeto é Coisas da Vida, composta por Rita Lee e lançada pela rainha do rock nacional em 1976 no álbum Entradas e Bandeiras . A versão de Bumagny também sairá como single, em um gesto de carinho à Rita Lee e ao luto vivido por todos aqueles que perderam pessoas amadas para a pandemia do novo coronavírus. Se a intenção original de Rita foi homenagear o seu avô, que à época havia falecido, a faixa ganha também novo significado em 2021.

Contextualizando o desejo de gravar uma das canções mais bonitas da história da música nacional, Vanessa conta que “cantava Coisas da Vida numa época de um certo exílio voluntário onde a questão ‘a gente não sabe se vai ou se fica’ tinha um significado muito forte pra mim: eu me sentia, ao mesmo tempo, feliz e triste morando em um país estrangeiro. Acolhida e solitária, sozinha e acompanhada, ‘estranha’ por cantar em português num país onde as pessoas não falavam a minha língua nem entendiam todas as suas sutilezas. Havia uma crise pessoal entre ir embora ou ficar por lá”, reflete. Coisas da Vida estará nas plataformas digitais em 15/07.

Vanessa Bumagny despontou na música com seu debut De Papel (2003). Na sequência lançou Pétala por Pétala (2009), com produção assinada por Zeca Baleiro, e O Segundo Sexo (2014). Em 2018, a faixa O Que For Melhor virou trilha sonora da novela As Aventuras de Poliana (SBT); em 2019 lançou Quem Ama Sofre, uma parceria com Luiz Tatit; em 2020, teve a canção Pétala por Pétala, uma parceria com Chico César, gravada por Daniela Mercury. No mesmo ano, lançou as inéditas faixas Cinema Ilusão, uma parceria com Zeca Baleiro e que traz ainda a participação de Chico César, Canção para Ninar o Apocalipse, Perdeu, Playboy e Fome de Tudo – que estarão em seu próximo disco cheio, Cinema Ilusão, que terá ainda participações como a de Fernanda Takai.

#ToNaMidia #ClaudeLopes #VanessaBumagny

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