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Lançamento do álbum “Caetano Veloso & Ivan Sacerdote”

Chega às plataformas digitais o álbum “Caetano Veloso & Ivan Sacerdote”. O aclamado cantor e compositor apresenta o jovem e talentoso clarinetista – acrescentando o gingado carioca do sambista, Mosquito, na participação em duas faixas, e ao violão de Cezar Mendes e a lixa de Moreno Veloso em “Aquele Frevo Axé”.

Ao todo, o CD traz nove releituras de Caetano, que foram registradas no estúdio em Salvador, durante o fevereiro de 2019 e no estúdio da Vevo, em Nova Iorque, em abril do mesmo ano. O projeto tem seu show de lançamento marcado para o dia 8 de fevereiro, no Teatro Castro Alves, em Salvador, e seguirá para outras cidades como Rio e São Paulo, ainda no primeiro semestre.

Caetano Veloso
O clarinete (ou a clarineta) de Ivan Sacerdote banha todos os encontros musicais espontâneos que a gente vive em Salvador com doçura e sabedoria. Sua suavidade sonora e sua precisão musical surpreendem e apaixonam ouvintes desavisados. Trazido para perto pelo exuberante Magary Lord (um talento baiano que é fenômeno de animação de plateias e festas, aproximando o carnaval de Salvador do semba angolano), Ivan revela-se a cada toque, a cada contraponto, a cada intervenção, um Sacerdote da elegância na música. Esse sobrenome de sua família é assunto que o fascina e intriga tanto quanto a todos nós. Ouvi-o tocar Chico Buarque e pensei que ele devia gravar logo. Quando lhe propuseram registrar um buquê de melodias, ele escolheu umas duas minhas. Terminamos fazendo um EP que poderia se chamar “Mini cancioneiro de Caetano por Ivan Sacerdote”. Gravamos tudo numa tarde e sem playback, exceto minha parceria com Cezar Mendes, a linda “Aquele frevo axé”, em que o autor da melodia toca violão, Moreno Veloso toca lixa e eu não toco nada.

Fico orgulhoso de ser, como autor, violonista e cantor, o veículo para o lançamento desse jovem talento soteropolitano. Cinco canções captadas no ritmo da vida estival da Baía de Todos os Santos. Pós-jazz, pós-bossa, pós-axé, Ivan Sacerdote é boa nova da nossa música. Agora juntam-se às gravações que fizemos na Bahia, as que se deram em Nova York, no estúdio da Vevo, onde nossa relação musical pareceu milagrosa. O carioca Mosquito uniu-se brevemente a nós dois para a afirmação de “Onde o Rio é mais baiano” e “Desde que o samba é samba”.

Ivan Sacerdote
Esse projeto nasce despretensiosamente na espontaneidade e ganha o mundo por um fundamento; a música brasileira. Conheci Caetano há dois anos – no verão de Salvador – numa das festas em sua casa, onde fui levado por Seu Jorge e Magary Lord. Desde lá, nossos encontros e diálogos intensos resultaram em um álbum lindo que consegue explicar um pouco mais a música instrumental brasileira e o caminho de cumplicidade com a poesia dentro das estruturas harmônicas e melódicas de cada canção.

Eu fico muito feliz em participar, ao lado de Caetano – que é um referencial – desse projeto que tem a cara da Bahia e dos sons que sempre fiz por aqui em Salvador com o repertório variado. Nós conseguimos gravar um disco sem partituras e conectados musicalmente.

Me sinto muito honrado em fazer Caetano feliz, estamos aqui pra fazer Caetano feliz.

O projeto conta com as seguintes faixas: “Peter Gast”, do álbum “Uns” (1983); “Aquele Frevo Axé”, gravada originalmente por Gal Costa no disco homônimo, lançado em 1998; a faixa-tema, “Trilhos Urbanos”, do álbum de Caetano, “Cinema Transcendental” (1979); “O Ciúme”, do álbum “Caetano Veloso”, de 1987; “Você Não Gosta de Mim”, presente no álbum “Muito Mais Caetano” (2005); “Manhatã” e “Minha Voz Minha Vida”, ambas do disco “Livro”, de 1997; “Onde o Rio é Mais Baiano”, do álbum “Prenda Minha”, de 1998 e “Desde que o Samba é Samba”, apresentada em 1993 no álbum “Tropicália 2”, de Caetano Veloso e Gilberto Gil.

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