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Junio Barreto lança “Estrela do Norte”, primeiro single do álbum “O Sol e o Sal do Suor”

O cantor e compositor pernambucano Junio Barreto lança o single “Estrela do Norte”, primeira amostra de seu terceiro álbum “O Sol e O Sal do Suor”. Com música e letra escritas pelo próprio artista, a faixa comemora duas décadas da estreia do poeta pernambucano numa ode solar à alegria, à esperança e à dança. E a dança é mesmo o foco essencial de “Estrela do Norte”. Não à toa, a banda segue em ação por quase dois minutos após o final da letra, em grandes performances instrumentais. A valorização dos arranjos, com muito espaço para climas e improvisos, pauta todo o álbum, com faixas com vocação natural para as pistas.

Quando ‘Estrela do Norte’ surgiu, a ideia sempre foi de uma música dançante, solar. Quando eu estava compondo, primeiro veio a melodia com os arranjos de sopros, só depois veio a letra, que fala da celebração do amor, do encontro com quem nos faz melhor, e dos momentos em que seguimos vivos a cada revolução do sol”, diz o compositor de Caruaru.

Junio conta que o título da canção surgiu da junção de duas memórias estelares. A primeira, uma reportagem que leu em uma revista antiga sobre uma chuva de asteroides que cairia para os lados do Norte. E a segunda, a do momento, ainda na infância, em que soube que o asterisco era o sinal gráfico em forma de estrela. “Daí veio a visão lúdica da chuva de asteriscos (estrelas) para os lados do Norte: Estrela do Norte”, explica. “Estrela do Norte é uma dessas músicas que eu sempre quis fazer e me senti muito feliz com a sonoridade e resultado final da música.”

A banda reunida para a faixa conta com Rovilson Pascoal (guitarra e synths); Entropia – Entalpia (programação, synths e percussão); Pupillo (bateria); Pedro Dantas (baixo); e o próprio Junio Barreto (percussão). Os metais ficaram a cargo de Marcelo Monteiro (sax barítono, sax tenor e flauta) e Amílcar Rodrigues (trompete e euphonium). A foto da capa do single “Estrela do Norte” é de Hugo Sá, do Mormaço Estúdio.

Com lançamento previsto para abril, o álbum “O Sol e O Sal do Suor”, assim como o single que o antecede, tem produção de Junio Barreto, Rovilson Pascoal e Marcus Preto. A direção musical é de Junio e Rovilson (que já pilotou trabalhos de Maria Alcina, Célia e Edy Star, entre muitos outros). A direção artística é de Preto (que atuou em discos de Gal Costa, Erasmo Carlos, Alaíde Costa e Tom Zé). O lançamento do álbum marca a volta de Junio Barreto ao mercado fonográfico depois de 13 anos.

Junio Barreto
As melodias preciosas e delicadas das criações atemporais de Junio Barreto foram gravadas por nomes importantes das mais diversas gerações da música brasileira, como Gal Costa, Maria Rita, Céu, Nação Zumbi, Lenine, Roberta Sá, Otto e Alaíde Costa. O artista já dividiu o palco com ícones como João Donato, Lenine, Maria Rita, Nação Zumbi, Otto, Jorge Mautner, Elza Soares, Seu Jorge e Tom Zé.

Em 2004, lançou seu primeiro álbum solo, “Junio Barreto”, do qual se destacou sobretudo a faixa “Santana”, que fez grande sucesso e ganhou regravações célebres. Em 2007, lançou o EP “Junio Barreto”, com três faixas. Produzido por Pupillo (Nação Zumbi), o segundo álbum, “Setembro”, veio quatro anos depois, em 2011. O disco contou com participações de Céu, Luisa Maita, Seu Jorge, Vítor Araújo, Gustavo Ruiz, Apollo 9, Orquestra Experimental de Cordas de Olinda, Mombojó, Fábio Trummer e Marina de La Riva.

Em 2015, compôs para “Estratosférica”, álbum de estúdio de Gal Costa, as canções “Jabitacá” e “Estratosférica”. A própria cantora regravaria ao vivo as duas composições.

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