Um encontro no início do século passado. Duas almas que se reconhecem, se perdem e se reencontram, atravessando décadas até chegarem aos dias de hoje. É essa história de amor eterno que Ferrugem coloca em cena no clipe de “Amar ou Odiar“, com a esposa, Thaís, como parceira de tela.
No audiovisual, os dois dão vida a um casal que revive lembranças de vidas passadas. O cantor conta em tela uma história cheia de verdade, que atravessa diferentes épocas e mostra o casal se apaixonando em cada uma delas.
“Queríamos contar uma história de amor que atravessasse o tempo, de um amor que estava presente em diversas vidas, aquele amor que você sente que era pra ser seu e que você tem a sensação de que viveu ele em outras vidas. Fazer isso ao lado da Thaís tornou tudo ainda mais verdadeiro, porque nosso amor é exatamente isso“, conta Ferrugem.
A trama começa em 1920, quando os dois se conhecem pela primeira vez, e segue por diferentes décadas, mostrando como esse sentimento se reinventa e resiste ao tempo. Não importa o cenário ou as circunstâncias, é como se estivessem destinados a se encontrar de novo e de novo. Cada fase carrega sua própria estética e seu próprio contexto histórico, mas mantém a mesma essência que une o casal desde o início. Com inserções musicais ao longo de toda a narrativa, o clipe tem construção de curta-metragem, reforçando essa ideia de um amor atemporal, quase de outra vida.
Cada época retratada no clipe ganhou uma caracterização própria, assinada por Carolina Pires e Vinícius Vaitsmann, responsáveis por transportar visualmente o casal por décadas diferentes. A direção é assinada por Rômulo Menescal e Keilah, com direção criativa de Jhei Oliveira e co-direção criativa de Ferrugem e Keilah.
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